sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

ATA DA REUNIÃO DO GPLV

Ata da Reunião do Grupo de Pesquisa Luiz Vilela, GPLV, em 20 de fevereiro de 2016, na UFMS, Câmpus de Três Lagoas. O co-coordenadora do GPLV, professora Eunice Prudenciano de Souza, abriu a reunião, às 8:00h, agradecendo aos presentes e informando que Elcione Ferreira Silva, Elenice Alves de Araújo Oliveira e Rodrigo Pereira Andrade justificaram a ausência. Sendo que Elenice informou também que, a partir da presente data, estava desligando-se do grupo. Logo após seguiu-se a pauta, falando-se sobre eventos e chamadas de trabalhos para 2016. Na sequência, foi tratado da organização do VI Seminário do Grupo de Pesquisa Luiz Vilela e I Seminário de Linguística que ocorrerão juntos, de modo simultâneo, na UFMS/CPAQ, nos dias 18 e 19 de abril do presente ano. Para o evento, ficaram previstos comunicações, mesas-redondas, minicursos e o tradicional debate de projetos de pesquisa. Também se falou sobre o VII Seminário do GPLV que ocorrerá no 2º semestre, na UFMS/CPTL, no mês de outubro. Natália Tano Portela ficou responsável pela divulgação do VI Seminário do GPLV pela internet, assim como da operacionalização das inscrições e envios de resumos. Definiu-se a data de 28/03, para envio de projetos a serem debatidos, e a data de 08/04 para encerramento do prazo de envio de trabalhos. Posteriormente, houve a discussão dos contos “As formigas”, de Tarde da noite (1970), “Bichinho engraçado”, Lindas pernas (1979) e “Zoiuda”, de Você verá (2013), a partir do trabalho de Felipe Santos de Torre, A animalidade e a condição humana: aspectos zooliterários em contos de Luiz Vilela (2015). Nada havendo mais a tratar, os presentes assinaram a Ata. Secretária da reunião: Angela Nubiato Lopes. Eunice Prudenciano de Souza. Igor Iuri Dimitri Nakamura. Luciene Lemes Campos. Maria do Socorro Pereira Soares. Mateus Antenor Gomes. Natália Tano Portela. Priscila Costa. Rauer Ribeiro Rodrigues.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

REUNIÃO MENSAL DO GPLV OCORREU NO ÚLTIMO SÁBADO

Sábado, 20 de fevereiro de 2016, ocorreu a reunião mensal do GPLV no Câmpus de Três Lagoas da UFMS. Estiveram presentes Angela Nubiato Lopes, Eunice Prudenciano de Souza, Igor Iuri Dimitri Nakamura, Luciene Lemes Campos, Maria do Socorro Pereira Soares, Mateus Antenor Gomes. Natália Tano Portela, Priscila Costa e Rauer Ribeiro Rodrigues. 
Dentre outros assuntos, tratou-se da organização do VI Seminário do Grupo de Pesquisa Luiz Vilela e I Seminário de Linguística que ocorrerão juntos, de modo simultâneo, na UFMS/CPAQ, nos dias 18 e 19 de abril do presente ano. Para o evento, ficaram previstos minicursos, comunicações, mesas-redondas e o tradicional debate de projetos de pesquisa. Os membros presentes, após discussão, definiram a data de 28/03, para envio de projetos a serem debatidos, e a data de 08/04 para encerramento do prazo de envio de trabalhos.
Na segunda parte da reunião, houve a discussão dos contos “As formigas”, de Tarde da noite (1970), “Bichinho engraçado”, Lindas pernas (1979) e “Zoiuda”, de Você verá (2013), a partir do trabalho de Felipe Santos de Torre, A animalidade e a condição humana: aspectos zooliterários em contos de Luiz Vilela (2015).
Mais um momento de enriquecimento pessoal e compartilhamento de informações e conhecimento pelo grupo.

Um flagrante:


segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Resenha de Aline Viana sobre o "Tremor de terra"

Sempre se diz que o grande escritor brasileiro contemporâneo não existe. Se existisse, seria conhecido e exaltado por toda a gente. Sinceramente, o Brasil é grande e o funil é apertado. Novos autores têm dificuldade em conseguir ser publicados e outros, embora já rodados e cheios de adjetivos positivos, não chegam a “estourar” para o grande público – desses uns poucos viram cult. Esse último é o caso do mineiro Luiz Vilela, que descobri há bem pouco tempo, por indicação do escritor Marcelo Maluf.

“Tremor de terra” (editora Ática) foi o primeiro livro publicado por Vilela e  já demonstra que ele era um escritor maduro. Os personagens são pessoas comuns, mas com histórias que marcam o leitor. Não, eu sei que a essa altura eu devia fugir desse tipo de clichê (“que marcam o leitor”, ora essa, nem parece jornalista!) como o vampiro do crucifixo, mas é que eu fui lendo, me divertindo, me surpreendendo com um texto após o outro e fiquei depois um bom tempo pensando nos dramas e aventuras dos personagens - confere com a definição de "marcar", né? rsrs E isso, acredito, é porque o autor sabe trabalhar a tensão em cada conto.

Em “Confissão”, um adolescente confessa ao padre que pecou por ter visto a vizinha dormindo de camisola, em “Júri”, o leitor acompanha uma panorâmica de um julgamento sob o ponto de vista de um dos jurados (o sujeito vê até o suor na careca do promotor de justiça);  em “Um dia igual aos outros”, um personagem decide fazer um diário e revela sua perplexidade diante de um colega que diariamente chora no banheiro do  escritório e ainda chora de porta aberta pra todo mundo ver.

A edição que li é de 1980 (sério, eu nem era projeto de gente nessa época) e comprei em um sebo. A diagramação é triste, evoca aqueles jornais antigos com o texto em duas colunas separadas por uma linha preta. Mas, era o que havia disponível porque o livro está esgotado nas editoras.

Abaixo a íntegra de um dos contos para vocês conhecerem (peguei o menorzinho mesmo porque nem todo mundo curte ler coisas longas na internet).

Dois homens
        “Os dois homens estão sentados à mesa do bar. O mais novo deve ter uns trinta anos, é gordo, cabelo cortado baixo, camisa esporte. O outro, já velho, de cabeça branca, é magro e está de terno e gravata. Olhando bem, vê-se que tem traços comuns: devem ser pai e filho. Estão sentados um em frente ao outro. Na mesa, forrada de branco, há uma garrafa de cerveja vazia, e pratinhos sujos com talheres e guardanapos de papel embolados. Acabaram de comer há algum tempo. Depois disso devem ter palitado os dentes, o velho ocultando educadamente o palito com a outra mão, ou então, não tendo dentes, ficado a observar o filho palitando sem o recato com o que ele o teria feito; mas isso ele teria apenas observado, sem fazer qualquer reflexão, como, por exemplo,  que os tempos mudaram e os costumes do seu filho não são mais os seus, e que ele está velho; não, ele não tem o ar melancólico de quem tivesse pensado essas coisas ou outras semelhantes que tivesse como causa o filho à sua frente; ele teria apenas observado, apenas olhado, como agora olha na direção da porta de entrada do bar sem que pareça estar pensando nela; na verdade é difícil imaginar o que ele está pensando, pois parece não estar pensando em nada – parece não estar pensando; e parece também não estar olhando para coisa alguma, apensa os seus olhos estão abertos e o seu rosto está voltado na direção da porta, mas não parece haver nada ligando-o à porta ou à outra coisa fora da porta. Há algum tempo já que ele está assim imóvel, sem fazer qualquer gesto, sem nada nele que se mexa. Em frente o filho, que depois de palitar e largar o palito no pratinho deve ter firmado o cotovelo na mesa segurando o queixo com a mão espalmada, e assim está até agora; é uma posição que se diria de cansaço ou tristeza, mas o rosto não expressa nada e ele também parece não estar olhando para nada e ele também parece não estar olhando para nada. Há talvez uns quinze minutos já que os dois estão assim, sentados um frente ao outro sem dizer nada e sem fazer nada. Sob a luz clara do bar, entre outras mesas cheias de gente, conversas, ruídos, dão a impressão de dois objetos sem nenhuma relação entre si e com o mundo ao redor, e que se acham ali por mero acaso, e que serão recolhidos com a garrafa, os copos e os pratinhos pelas mãos ágeis do garçom, que não vendo neles qualquer utilidade os lançará ao lixo.”

Mais – Achei essa entrevista do Luiz Vilela para o Itaú Cultural. Ele fala um pouco da sua carreira, seus livros e lê um trecho de uma de suas obras - é só por o dedinho aqui.

Ficha técnica:
“Tremor de terra”
Autor: Luiz Vilela
Preço: a partir de R$ 12,50 em lojas online
Tem em bibliotecas? Sim, em Sampa na Alceu Amoroso Lima, no Centro Cultural São Paulo, na Gilberto Freire, Helena Santos e Roberto Santos.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

EDITAL DE CONVOCAÇÃO DE REUNIÃO DO GPLV


CONVOCAÇÃO


Ficam convocados os integrantes do Grupo de Pesquisa Luiz Vilela para reunião no dia 20 de fevereiro, sábado, no Câmpus 1 da UFMS de Três Lagoas, das 8h às 12h, para discutirem e deliberarem sobre a seguinte pauta: 


1. Informes; 

2. Eventos e publicações para 2016; 

3. Organização do 6º e 7º Seminários de Pesquisa;

4. Discussão dos contos “As formigas”, de Tarde da noite (1970), “Bichinho engraçado”, de Lindas pernas (1979) e “Zoiuda”, de Você verá (2013), a partir do trabalho de Felipe Santos de Torre, A animalidade e a condição humana: aspectos zooliterários em contos de Luiz Vilela (2015), disponível na Fortuna Crítica do Blog.

5. Expediente.


Três Lagoas,  10 de fevereiro de 2015.



Rauer Ribeiro Rodrigues/Coordenador do GPLV
Eunice Prudenciano de Souza/Co-coordenador do GPLV


domingo, 31 de janeiro de 2016

DISSERTAÇÃO SOBRE ASPECTOS ZOOLITERÁRIOS NA CONTÍSTICA DE LUIZ VILELA ESTÁ DISPONÍVEL NO BLOG

A dissertação de mestrado A animalidade e a condição humana: aspectos zooliterários em contos de Luiz Vilela, de Felipe Santos de Torre, da UEL, Universidade Estadual de Londrina, defendida em 2015, no Centro de Letras e Ciências Humanas, UEL, sob a orientação do Prof. Dr. Luiz Carlos Santos Simon, está disponível na aba Fortuna crítica de nosso Blog.  
Eis o resumo:

Essa pesquisa consiste na análise de cinco contos de Luiz Vilela em que é pertinente a participação de animais enquanto personagens e reveladores de força motriz da condição humana. À luz dos Estudos Animais, mais precisamente pela ótica zoocrítica, objetivamos verificar certos aspectos que ensejam o contato entre o ser humano e o animal nas suas mais diversas possibilidades, uma vez que a literatura é um campo privilegiado para debater e acessar as fronteiras e as pontes entre humanos e demais seres vivos. As reflexões aferidas pelas análises de nosso objeto de estudo apontam um certo apreço, da parte do autor, por animais aviltados, socialmente desconsiderados pela comunidade humana, justamente porque tais seres colaboram para que seja manejado um discurso literário pela via preponderante do imprevisto, da desestabilidade e das crises por que passa o ser humano. Dessa forma, procuramos verificar como certos contos de Luiz Vilela abordam a questão animal, e por ela, o próprio conceito de humano. 

Abstract: This research is the analysis of five short stories by Luiz Vilela which have relevant participation of animals as characters and as revealing of the driving force of the human condition. In light of the Animal Studies, more specifically from the perspective of the zoocritics, we aim to verify certain aspects that give rise to the contact between humans and the animal in its various possibilities, since literature is a privileged field to discuss and access the borders and bridges between humans and other living beings. The reflections assessed by the analysis of our object of study indicate a certain appreciation, on the part of the author, for dishonored animals, socially disregarded by the human community, precisely because such beings enable a literary speech by leading the unexpected way, the destabilization and crisis experienced by the human being. In this sense, we seek to review how certain short stories by Luiz Vilela approach the animal issue and through it the very concept of human.


Para acessá-la, clique aqui ou aqui.

Já tratamos da dissertação anteriormente no blog: veja aqui.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Eis os dados da 2ª Edição de O Fim de Tudo

Confira o resumo do livro livro O Fim de Tudo – Vilela, Luiz – ISBN: 8501104825 e veja onde comprar em loja online.
Relançamento do vencedor do prêmio Jabuti de 1974 na categoria contos Nos 25 contos que compõem O Fim de Tudo, Luiz Vilela aborda, com seu estilo enxuto, a melancolia dos momentos fugazes, a dramaticidade extrema das despedidas – de vida e de morte –, situações que acentuam a ideia de que vivemos em um mundo cada vez mais reflexivo e golpeiam nossas emoções. Vilela traz o conflito e o equilíbrio entre metrópole e interior com personagens que não são propriamente felizes, sofrem promessas de felicidade frustradas. O Fim de Tudo foi vencedor do Prêmio Jabuti de 1974, na categoria contos. Publicado originalmente pela editora Liberdade, fundada por Vilela e um amigo, em Belo Horizonte, é agora relançado pela Editora Record com atualizações e acréscimos.
·         Origem:  NACIONAL
·         Editora: RECORD
·         Idioma:  PORTUGUÊS
·         Ano de Edição: 2016
·         Idioma: PORTUGUÊS
·         País de Produção: Brazil
·         Código de Barras:  9788501104823
·         ISBN:  8501104825
·         Encadernação:  BROCHURA
·         Altura: 21.00 cm
·         Largura: 14.00 cm
·         Peso: 00.27 kg
·         Complemento:  NENHUM
·         Nº de Páginas:  240
Informações divulgadas hoje, aqui.

Última capa e capa da 1ª edição, Belo Horizonte, 1973.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Projeto estuda interface entre cinema e literatura na obra de Luiz Vilela

        O projeto "Multiletramentos: a interface cinema e literatura em contos de Luiz Vilela" foi apresentado no 17º Seminário de Pesquisa e Extensão da UEMG, realizado em Carangola, MG, de 25 a 27 de novembro de 2015.

        A orientadora do projeto é a professora Sonia Maria Pereira Maciel, da Unidade de Ituiutaba da Universidade do Estado de Minas Gerais, e o projeto, já com seus resultados discutidos, foi apresentado pelo acadêmico Guilherme Cordeiro Divino.

          Também integram a equipe do projeto os pesquisadores Ione Marta Franco Pereira, Anésio Azevedo Costa Neto, Daniel Rizoto Padovani, Ilca Maciel Capeluppi, Carolina Morais Faria, Denis Henrique Pacheco da Costa, Eudis da Silva Cardoso, Gabriela Cardoso Maciel, Guilherme Cordeiro Divino e Luiz Fernando Vieira Barreto.

        O projeto, registrado como de extensão, pois se voltou para o letramento literário de estudantes de ensino médio, no âmbito da multimodalidade e da interdisciplinaridade a partir de contos de Luiz Vilela que propiciam debater a banalização das relações no mundo contemporâneo, foi desenvolvido em parceria da UEMG / Ituiutaba com a Superintendência Regional de Ensino de Ituiutaba e a FTN - Faculdade Triângulo Mineiro.

        Veja na imagem abaixo, que reproduz o banner apresentado em em Carangola, detalhes sobre a metodologia de aplicação e os resultados obtidos com o projeto, além de fotos, algumas delas com a presença de Luiz Vilela (de camiseta listrada), dos integrantes da equipe, dos alunos de Ensino Médio e de dinâmicas desenvolvidas.



domingo, 24 de janeiro de 2016

MESTRANDA DO GPLV FAZ EXAME DE QUALIFICAÇÃO


A pesquisadora Ângela Nubiato Lopes, integrante do GPLV, da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, realizou nesta sexta-feira, dia 22 de janeiro de 2016, no Câmpus 1 da UFMS/CPTL, sob a orientação do Prof. Dr. Rauer Ribeiro Rodrigues (UFMS) e da Prof.ª Dr.ª Eunice Prudenciano de Souza, o Exame de Qualificação da dissertação A recepção de contos de Luiz Vilela no ensino fundamental: propostas metodológicas inseridas em contexto educacional extracurricular. 

A partir das proposições de Maria da Glória Bordini e Vera Teixeira de Aguiar, em Literatura: a formação do leitor – alternativas metodológicas (1993), o trabalho de Ângela Nubiato Lopes aborda métodos pedagógicos para o ensino de leitura literária em contexto educacional extracurricular, utilizando os contos de Luiz Vilela como corpus literário para as atividades práticas.

Além da co-orientadora, Prof.ª Dr.ª Eunice Prudenciano de Souza, a banca de Exame de Qualificação foi composta pelas Prof.as Dr.as Kelcilene Grácia-Rodrigues e Ana Lúcia Spíndola (UFMS/CPTL).  

Eis o resumo da dissertação:

O intuito desse trabalho é descrever e estudar a inserção da obra de Luiz Vilela no ciclo II, do Ensino Fundamental, com alunos do 8° ano, utilizando metodologias adaptadas ao contexto dos participantes. A obra de Luiz Vilela parece-nos adequada uma vez que trata de temas universais que vão ao encontro da faixa etária dos alunos, ao mesmo tempo em que permite a expansão do pensamento crítico dos mesmos. Visto que a escolarização da literatura é inevitável, o seu processo de apreensão e inserção em sala de aula deve ser cuidadoso, por meio de alternativas metodológicas diversificadas e eficazes, de modo a captar a riqueza da obra em sua plenitude e transformar os alunos em "leitores voluntários e autônomos". Para despertar nos alunos o interesse de se tornarem leitores literários, optamos por estruturar o desenvolvimento da pesquisa, inicialmente, por contos, e, posteriormente, com  novelas. As aulas foram ministradas fora do período obrigatório, utilizando autor brasileiro que expõe temas com profundidade e sensibilidade, ao mesmo tempo em que propicia uma reflexão crítica sobre a sociedade. O desenvolvimento do projeto prevê o levantamento da problemática da formação do leitor da sociedade atual para, em seguida, apresentar a obra de Luiz Vilela como base literária para aplicação das propostas teórico-metodológicas presentes no livro Literatura: a formação do leitor alternativas metodológicas, de Maria da Gloria Bordini e Vera Teixeira Aguiar.
Palavras-chave: Escolarização da leitura. Formação de leitores. Gêneros literários.



 Abaixo, um flagrante do Exame:

Da esquerda para a direita: as professoras Kelcilene, Ana Lúcia e Eunice e a mestranda Ângela. 

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Ricciardi menciona Vilela em resenha a Fiorese

           Em resenha sobre Fernando Fiorese, Giovanni Ricciardi cita Luiz Vilela e Oswaldo França Júnior. Fiorese divulgou a página em post no Facebook. Veja a resenha, na íntegra, abaixo:
                       Para ver o original, clique aqui ou aqui.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Revista ESTÓRIA é destaque em Edição Especial do SLMG




          O Suplemento Literário de Minas Gerais - SLMG - publicou Edição Especial em novembro de 2015 sobre os 50 anos de circulação da revista ESTÓRIA, lançada por Luiz Vilela em outubro de 1965 em Belo Horizonte. Reproduzimos, acima, a capa da edição, que destaca a capa do primeiro número da ESTÓRIA.

        A edição Especial, preparada por Luiz Vilela e pelo escritor Jaime Prado Gouvêa, Diretor do SLMG, replica as capas das seis edições da revista, recupera  cartas e depoimentos sobre a publicação, traz fotos da época com a equipe da revista, lista contos e autores de cada edição, e de cada edição reproduz um conto.

        Em seus seis números, ESTÓRIA lançou, entre outros, autores como Luiz Vilela, Luís Gonzaga Vieira, Wanda Figueiredo, Humberto Werneck, Sérgio Sant'Anna, Lucienne Samôr e Duílio Gomes. No total, foram publicados cinquenta e dois contos de nada menos que vinte e cinco autores, a maior parte deles na faixa dos vinte anos.

        Os números 2 e 3 de ESTÓRIA circularam em 1966, o número 4 saiu em 1967, e os números 5 e 6 foram lançados no primeiro semestre de 1968.

      Abaixo, após as capas de todas as edições da ESTÓRIA, a página de apresentação e uma das fotos que constam na Edição Especial do SLMG.
Apresentação, p. 3, do SLMG, Edição Especial de novembro de 2015
Reproduzido da p. 10 do SLMG, Edição Especial de novembro de 2015

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Luiz Vilela: novidades para 2016

      O escritor Miguel Sanches Neto, que é professor universitário, desenvolve no momento pesquisa de cunho acadêmico em Portugal. De lá, ele postou hoje - no seu Facebook - a seguinte notícia sobre Luiz Vilela:
Miguel Sanches Neto5 h
Dia 31 de dezembro, Luiz Vilela aniversaria. No começo do ano que vem, completa 60 anos de vida literária! Um dos grandes escritores da língua portuguesa. Acabei de fazer uma chamada internacional para conversar um pouco com ele.
Ano que vem a Record lança a nova edição de O FIM DE TUDO e o romance inédito O FILHO DE MACHADO DE ASSIS.
            O livro O filho de Machado de Assis foi anunciado pelo escritor (veja aqui) como uma novela e seu lançamento ainda não foi confirmado pela Editora (confira aqui). Para acessar a publicação original de Miguel Sanches Neto, ilustrada com uma foto de Luiz Vilela no Parque Municipal de Belo Horizonte nos anos 1960, clique aqui e aqui.

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Marcos Dorneles apresenta projeto no CPAQ / UFMS



O Prof. Marcos Rogério Heck Dorneles, do Curso de Letras da UFMS de Aquidauna, apresenta hoje, no evento Leitores Vivos, no CPAQ / UFMS, seu projeto de pesquisa de doutoramento, "Ruínas e modos de narrar em A cabeça, de Luiz Vilela, e em Sete contos de fúria, de Bracinha Vieira". O doutorado será desenvolvido a partir de 2016 (veja a lista de aprovados aqui) no Programa de Pós-Graduação em Letras da UFMS, Câmpus de Três Lagoas, na área de concentração em Estudos Literários, sob orientação do líder do GPLV, Prof. Rauer Ribeiro Rodrigues. A pesquisa de Marcos Dorneles se insere na interface da literatura com a filosofia vista sob a ótica da Teoria da Literatura.

A chamada para o evento está disponível aqui e aqui. Veja abaixo o resumo da proposta do Prof. Marcos Dorneles.

Dia 15.12 – Sala 4 – Unidade I – 16:00h às 17:30h
RUÍNAS E MODOS DE NARRAR EM A CABEÇA, DE VILELA E EM SETE CONTOS DE FÚRIA, DE VIEIRA
Marcos Rogério Heck DORNELES
Este trabalho se insere na área de concentração de “Estudos literários” e na linha de pesquisa de “Historiografia Literária: recepção e crítica”, e busca realizar uma pesquisa acerca das relações entre a oscilação dos modos de narrar (FRANCO JUNIOR, 2003; AGUIAR E SILVA, 1979) e a presença de aspectos do mundo e da modernidade tardia em ruínas (PERRONE-MOISÉS, 1988) nas obras A cabeça, de Luiz Vilela (2002), e Sete contos de fúria, de António Manuel Bracinha Vieira (2002). Principalmente, o exame de diferenças e de semelhanças desses dois escritores quanto aos procedimentos de construção narrativa e à recorrência dos escombros no tecido literário. Além disso, esta pesquisa aponta uma apreciação crítica e interpretativa dos intercâmbios da configuração literária com fatores extralinguísticos, em especial, contextos sociais; do levantamento sobre a recepção crítica; das intersecções tópicas entre literatura e filosofia, da interação entre sistemas literários e entre produção e recepção literária.
Palavras-chave: Literatura. Filosofia. Modos de narrar.

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Consistências pós-modernistas na contística de Luiz Vilela são discutidas na dissertação de Thiago Fagundes Silva



A dissertação Inadequados e incomunicáveis: um passeio pelas ruínas da modernidade nos contos de Luiz Vilela, defendida em maio de 2015 por Thiago Fagundes Silva no Mestrado em Estudos Literários da Unimontes, orientada pela Prof.ª Dr.ª Rita de Cássia Silva Dionísio Santos,está disponível aqui.

Eis o resumo do trabalho:
SILVA, Thiago Fagundes. Inadequados e incomunicáveis: um passeio pelas ruínas da modernidade nos contos de Luiz Vilela. Montes Claros, 2015, 125 fls. (Dissertação de Mestrado, Estudos Literários) — PPGL/UNIMONTES.

Luiz Vilela, ainda que tenha se dedicado a outros gêneros, como o romance e a novela, é comumente apontado pela crítica literária como grande expressão do conto brasileiro contemporâneo. Esta dissertação se propôs à análise de sua contística a partir de narrativas selecionadas dos volumes A cabeça (2002), O fim de tudo (1973), Tarde da Noite (1970), No Bar (1968) e Tremor de Terra (1967). Por meio do método teórico-bibliográfico de análise de textos, intencionamos discutir a verve contística do escritor mineiro em interface com a Teoria do Conto e com a tradição do conto brasileiro, assim como buscamos situar a obra do autor na cena literária da qual emerge, discutindo consistências pós-modernistas de sua produção literária em face desse cenário. Discutimos, também, as temáticas da crítica do progresso, da inadequação do sujeito aos mecanismos niveladores civilizatórios e da incomunicabilidade da experiência humana, questões que acreditamos serem centrais para a compreensão da contística de Vilela. Encontramos, como resultado dessas inquietações, o tensionamento do discurso da modernidade, que se compreende como projeto racionalista utópico calcado na professada fé na ciência e na técnica, bem como, vislumbramos um horizonte pós-utópico que se afirma por sobre as ruínas desse projeto iluminista para o mundo. Essas ruínas, acreditamos, estão representadas no espaço ficcional dos contos do escritor mineiro.


PALAVRAS-CHAVE: Literatura Brasileira; Tradição e Modernidade, Luiz Vilela; Conto; Inadequação e Incomunicabilidade.

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Uberlândia realiza Encontro Literário do Cerrado

Evento gratuito acontece de 15 a 20 de novembro, no 
Center Convention, com várias atividades culturais 

O Encontro Literário do Cerrado (Elicer) vai reunir no Triângulo Mineiro cerca de 100 editoras brasileiras e promover várias atividades culturais. Todas as atividades da programação terão entrada franca durante os dias 15 e 20 de novembro, no Center Convention, em Uberlândia. As inscrições serão abertas a partir do dia 3 de novembro pelo site do evento.
         Um dos principais objetivos do Elicer é dar destaque à produção literária e estimular a leitura, evidenciando seu caráter educativo e gerador de transformações sociais. “É um projeto que se justifica pela capacidade de aproximar o público ao universo literário, por meio do contato com escritores e de uma programação cultural diversificada e interativa”, comenta o idealizador do evento, Humberto Paes Leme.
            Destinado a todos os segmentos e faixas etárias da população, as atividades contemplarão os mais variados temas e gêneros literários. A programação contará com a Feira do Livro com expositores de todo o país e espaço para lançamento de livros e sessões de autógrafos. Também haverá salas para bate-papo e debate com autores, palestras, contação de histórias, apresentações artísticas e musicais, atividades recreativas, campanha de doação de livros e um núcleo digital para estimular a produção criativa por meio das novas mídias e tecnologias.
            Além de estimular a leitura em sua plenitude, o Elicer busca a valorização da literatura regional através da participação de autores da região. Para isso, o Centro Municipal de Estudos e Projetos Educacionais Julieta Diniz (Cemepe), vinculado à Secretaria Municipal de Educação, está responsável por convidar os escritores interessados que devem atender, posteriormente, a alguns requisitos estipulados pela instituição.
              O evento é realizado pela Pool Comunicação e recebe o apoio institucional da TV Integração, Câmara Mineira do Livro, Câmara Brasileira do Livro e do governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Educação (SEE/MG). “Entusiasmo define nossa expectativa sobre a realização do Elicer, evento muito bem-vindo ao circuito de feiras e festivais de livros de Minas Gerais. Uberlândia e região entram no mapa da promoção da leitura como bem cultural de amplo acesso e direito de todos”, diz a presidente da Câmara Mineira, Rosana de Mont' Alverne Neto.
            A Universidade Federal de Uberlândia (UFU), Center Shopping e a Prefeitura Municipal de Uberlândia também são parceiros do evento.

Vales-livros e ônibus
A SEE/MG viabilizará vales-livros de R$ 20 e R$ 50 para 16 mil alunos e 1.600 professores das escolas públicas estaduais ligadas a Superintendência Superintendência Regional de Ensino (SRE).  para compra de exemplares na Feira do Livro, durante os seis dias do evento. Todo o processo de vale-livros será operacionalizado pela Câmara Mineira do Livro. 
Os alunos da rede estadual de ensino serão acompanhados por um sistema de monitoramento com pulseiras de identificação codificadas, a fim de garantir todo conforto e segurança às crianças e adolescentes. O translado da escola ao Center Convention, assim como o retorno, será feito por 46 ônibus com horários de chegada e saída organizados pela SRE em Uberlândia. As estimativas da comissão organizadora são de que o Elicer gere cerca de 200 empregos diretos e 1.600 indiretos.
A UFU também irá disponibilizar aos graduandos dos campi Uberlândia, Monte Carmelo, Patos de Minas e Ituiutaba ônibus gratuito para acesso ao evento, além de vales-livros para os estudantes utilizarem na Feira do Livro. A EDUFU, editora da universidade, vai promover em um dos dias do Elicer tarde de autógrafos com os autores.  

Mais informações: http://www.elicer.com.br/ 

sábado, 7 de novembro de 2015

GPLV: 5º Seminário de Pesquisa - PROGRAMA

5º SEMINÁRIO DE PESQUISA DO GPLV
Dias 12, 13 e 14 de novembro de 2015
Câmpus 1 do CPTL

Dia 12, às 18h40, no Anfiteatro do Câmpus 1:
Abertura: Profa. Dra. Taísa Peres de Oliveira, Coordenadora do PPG-Letras do CPTL / UFMS
Minicurso: O romance Graça, de Luiz Vilela, e os mistérios da criação literária
Ministrante: Profa. Dra. Kelcilene Grácia Rodrigues (CPTL)
Mediador: Doutoranda Elcione Ferreira da Silva

Dia 13, às 18h40, no Anfiteatro do Câmpus 1:
Mesa-Redonda 1
Mediador: Doutoranda Karina Fátima Gomes
·        Luciene Lemos de Campos e Rauer Ribeiro Rodrigues - Um conto de Luiz Vilela diante de uma crônica de Rubem Braga
·        Eunice Prudenciano de Souza e Rauer Ribeiro Rodrigues – Solidão e incomunicabilidade em contos de Luiz Vilela
·        Lucas Rodrigues Neves e Kelcilene Grácia-Rodrigues - Os contos “Felicidade” e “Tarde da noite”, de Luiz Vilela, à luz do ensaio “A filosofia da composição”, de Edgar Allan Poe


Dia 13, às 20h50, no Anfiteatro do Câmpus 1:
Mesa-Redonda 2
Mediador: Doutoranda Elcione Ferreira Silva
·       Maria do Socorro Pereira Soares e Rauer Ribeiro Rodrigues – Luiz Vilela: erotismo, pornografia e sexualidade
·        Rodrigo Andrade Pereira - O arquinarrador e o narrador editor em Entre amigos, romance de Luiz Vilela
·       Pauliane Amaral - Luiz Vilela, o autor e a obra


Dia 14, às 7h45, na sala do 4º ano de Letras:
Mediador: Prof. Dr. Rauer Ribeiro Rodrigues
Debate de projeto de Doutorado
·        Karina Fátima Gomes – Ficção e memória em Alciene Ribeiro Leite: o acervo literário, a obra ficcional e o trabalho jornalístico – Projeto de Doutorado – Orientador: Prof. Dr. Rauer Ribeiro Rodrigues
Debatedor: Prof. Dr. Christian Muleka Mwewa
Debate de Planos de Trabalho de TCC
·        Igor Iuri Dimitri Nakamura – A Fortuna Crítica da coletânea Tremor de terra, de Luiz Vilela – Orientadora: Profa. Dra. Kelcilene Grácia-Rodrigues
·        Mateus Antenor Gomes – A Fortuna Crítica do romance Os novos, de Luiz Vilela – Orientadora: Profa. Dra. Kelcilene Grácia-Rodrigues
Debatedor: Prof. Me./Doutorando Michel Gustavo Fontes

Debate de pré-projetos de pesquisa
·     Maria do Socorro Pereira Soares – Erotismo ou pornografia: a sexualidade na obra de Luiz Vilela (Pré-Projeto de Mestrado)
Debatedor: Prof. Dr. Christian Muleka Mwewa
·     Euzenir Francisca da Silva – Uma leitura das novelas de Luiz Vilela pelo viés da semiótica do discurso e fundamentada na teoria narrativa (Ante-Projeto de Doutorado)
Debatedor: Prof. Me./Doutorando Michel Gustavo Fontes
·     Natália Tano Portela – Vigilância e controle no inferno: o poder disciplinar no jornal de O inferno é aqui mesmo (Pré-Projeto de Mestrado)
Debatedor: Prof. Dr. Christian Muleka Mwewa
Dia 14, às 13h45, na sala do 4º ano de Letras:
Mediador: Profa. Dra. Eunice Prudenciano de Souza
Debate de projetos de pesquisa em andamento
·        Elcione Ferreira Silva – O sagrado e o profano nos romances Graça e Perdição, de Luiz Vilela – Projeto de Doutorado – Orientador: Prof. Dr. Rauer Ribeiro Rodrigues
Debatedor: Profa. Dra. Solange de Carvalho Fortilli
·        Rodrigo Andrade Pereira – Luiz Vilela: da face pública do autor à ars poetica – Projeto de Doutorado – Orientador: Prof. Dr. Rauer Ribeiro Rodrigues
Debatedor: Profa. Dra. Kelcilene Grácia-Rodrigues 
·        Lucas Rodrigues Neves – Luiz Vilela: Acervo Literário e Onomástica – Projeto de Mestrado – Orientador: Profa. Dra. Kelcilene Grácia Rodrigues
Debatedor: Profa. Dra. Solange de Carvalho Fortilli
COMUNICAÇÃO:
·        O acervo videográfico do canal do GPLV no Youtube – por Gabriela Winkler (CPAN) e Rauer Ribeiro Rodrigues


OS DEBATEDORES:

Christian Muleka Mwewa

Endereço para acessar CV: http://lattes.cnpq.br/9098713298204255

Doutor em Ciências da Educação pela Universidade Federal de Santa Catarina (2010) com estágio doutoral na Université de Paris I Panthéon-Sorbonne (2008); Mestre em Formación de Profesionales de la Formación (Máster Erasmus Mundus, MUNDUSFOR, 2009) pela Universidad de Granada-Es; Universitat Rovira i Virgili-Es e Universidade do Porto-Pt; Mestre em Ciências da Educação (Educação, História e Política) pela Universidade Federal de Santa Catarina (2005); Graduado em Letras Português pela Universidade Federal de Santa Catarina (2001); graduando em Letras Francês na mesma instituição (2002 - 2007, formação incompleta). Professor na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (Campus I -Três Lagoas/MS). É professor de Capoeira e outras manifestações Culturais Afro-brasileiras. Membro do Núcleo de Estudos e Pesquisas Educação e Sociedade Contemporânea (UFSC/CNPq); Membro do Núcleo de Estudos e Pesquisas Educação e Sociedade (UFMS/CNPq). Coordenador da Coleção Cenários na editora Nova Harmonia (São Leopoldo/RS/Br). Organizador dos livros: (1) Verso do anverso: teoria, crítica e literaturas africanas, 2011; (2) África e suas diásporas: olhares interdisciplinares, 2008 e do livro (3) Sociedades desiguais, 2009; autor do livro Cenários da Indústria cultural: corpo negro, cultura e capoeira, 2009. Autor de diversos artigos sobre a temática da Educação, Cultura e Sociedade. Membro do corpo editorial da Revista Eletronica Diálogo e Ciência (FTC) e parecerista ad hoc de diversos periódicos Nacionais e da Revista Fermentário da Universidad de la Republica (Uruguai). Tem experiência na área de Ciências Humanas (Fundamentos da Educação). Atua, principalmente, nos seguintes temas: Educação (Formação), Cultura, Literatura, Manifestação cultural, Teoria Crítica e Estudos Culturais. Os seus projetos têm sido contemplados pela Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (FAPESC) nos Editais Pró-eventos em duas edições de 2011; Publicações (2011); e pelo CNPq no Edital das Ciências Humanas (CNPq, 2012) e Igualdade de Gênero (CNPq, 2012). Foi professor no programa de Pós-Graduação em Educação (Mestrado-Stricto Sensu, Nota 3 CAPES) na Universidade do Sul de Santa Catarina com atuação na Linha de Pesquisa: Relações culturais e históricas na Educação (UNISUL, 2010-2013). Foi líder de Grupo de pesquisas Educação, Cultura e sociedade (EDUCS/UNISUL/CNPq) e coordenador geral do Seminário EDUCS na Unisul; Foi Editor da Revista POIÉSIS-RPPGE-UNISUL (2010-2013, QUALIS B3-Educação).

Kelcilene Grácia-Rodrigues

Endereço para acessar este CV: http://lattes.cnpq.br/9636046088021706


Possui graduação em Letras - Câmpus de Três Lagoas pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (1994), mestrado em Letras pela Universidade Estadual Paulista - Faculdade de Ciências e Letras de Assis (1998) e doutorado em Estudos Literários pela Universidade Estadual Paulista-Faculdade de Ciências e Letras de Araraquara (2006). É professora Associada e, atualmente, é Coordenadora, na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, do Doutorado Interinstitucional em Letras (DINTER) entre a Universidade Presbiteriana Mackenzie (Instituição Promotora) e a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (Instituição Receptora). Tem experiência na área de Letras, com ênfase em Poesia Brasileira contemporânea. Compõe o corpo docente do Programa de Pós-Graduação em Letras (Docente Permanente). Suas publicações voltam-se principalmente para os seguintes temas: literatura brasileira, teoria literária, Manoel de Barros, poesia brasileira contemporânea, metáfora   e literatura regional de Mato Grosso do Sul.

Michel Gustavo Fontes
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É graduado em Letras (Licenciatura - Português/Espanhol) e mestre em Estudos Linguístico pela Universidade Estadual Paulista (UNESP) de São José do Rio Preto. Atualmente, é doutorando em Estudos Linguísticos nessa mesma instituição e professor assistente da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), câmpus de Três Lagoas (CPTL), onde atua na graduação junto às disciplinas da área de língua espanhola. Tem experiência na área de Teoria e Análise Linguística, especialmente nas linhas de descrição funcional de línguas e de linguística histórica, trabalhando principalmente com temas como gramaticalização, ordenação de constituintes, articulação de orações e conjunções. 


Solange de Carvalho Fortilli

·         Endereço para acessar CV: http://lattes.cnpq.br/6262184430817527

É graduada em Letras (Português-Francês) pela Universidade Estadual Paulista, Mestre e Doutora em Estudos
Linguísticos pela mesma Instituição. É professora adjunta do câmpus de Três Lagoas da Universidade Federal
do Mato Grosso do Sul, onde atua no ensino de graduação na área de linguística. Como pesquisadora, atua na
linha de Estudos Sociofuncionalistas e desenvolve, sobretudo, os temas mudança linguística, gramaticalização e
subjetivização. 

Caso precise de mais informações, nos contate pelo e-mail gpluizvilela@gmail.com​.